
Universidade Federal de Santa catarina (UFSC)
Programa de Pós-graduação em Engenharia, Gestão e Mídia do Conhecimento (PPGEGC)
Detalhes do Documento Analisado
Centro: Não Informado
Departamento: Não Informado
Dimensão Institucional: Pós-Graduação
Dimensão ODS: Social
Tipo do Documento: Dissertação
Título: INCONTINÊNCIA URINÁRIA E FUNÇÃO SEXUAL EM ATLETAS DE VOLEIBOL
Orientador
- ALESSANDRO HAUPENTHAL
Aluno
- FRANCIELE DA SILVA PEREIRA
Conteúdo
As disfunções do assoalho pélvico costumam afetar mulheres de idades avançadas e multíparas. no entanto, estudos recentes relatam que disfunções como a incontinência urinária (iu) também afetam atletas, jovens e nulíparas. o objetivo geral deste estudo é analisar a presença de incontinência urinária e a função de sexual de atletas de voleibol. para isso, os objetivos específicos foram; (1) descrever e avaliar as evidências científicas sobre a prevalência de iu em atletas de voleibol (2) identificar os fatores associados a iu em atletas de voleibol. (3) comparar a presença de perda urinária em atletas de voleibol profissionais e amadoras durante uma competição (4) analisar a presença de incontinência urinária em atletas de voleibol no dia a dia, no treino e em uma competição e (5) comparar a função sexual de atletas profissionais e amadoras de voleibol. foram recrutadas atletas de voleibol amador e profissional. os instrumentos utilizados nesse estudo foram: ficha de avaliação da perda urinária em atletas, ficha de identificação dos fatores associados a incontinência urinária em atletas de voleibol, pelvic floor disability index (pfdi-20), female sexual function index (fsfi) e teste do absorvente para verificar a perda urinária objetiva. os instrumentos foram aplicados nos locais de competição ou via sitio de intenet. foi utilizada estatística descritiva e inferencial com nível de significância de 5%. a prevalência de iu na prática esportiva variou de 9% to 30% e no dia a dia de 17% to 18%. o tempo de prática esportiva é maior em atletas que apresentam sintomas de iu (p=0,01), além disso, atletas que tem constipação tem 10 vezes mais chance de desenvolver iu (or=10,43 ic 95% 2,65-41,04). com relação a medida objetiva, a perda urinária na competição foi maior entre as atletas profissionais (4,5 ± 1,4 gramas) em comparação às atletas amadoras (3,8 ± 1,4 gramas). no estudo de casos, a iu no dia a dia foi identificada em sete atletas. três relataram perda urinária durante o treino e sete durante uma competição. quando comparadas de maneira objetiva, a perda urinária foi maior na competição do que no treino (p=0,008). já na função sexual, atletas profissionais tem déficit de lubrificação e dispareunia. de acordo com os resultados apresentados, as atletas profissionais possuem 2,5 mais risco de ter déficit de lubrificação do que as atletas amadoras (rr= 2,47 ic95% 1,30 - 4,72). os resultados desse estudo confirmam que disfunções dos músculos do assoalho pélvico são comuns, principalmente entre atletas profissionais. o treinamento dessa musculatura é importante para a essa população a fim de minizar os sintomas e promover melhora da qualidade de vida.
Índice de Shannon: 3.78552
Índice de Gini: 0.914261
ODS 1 | ODS 2 | ODS 3 | ODS 4 | ODS 5 | ODS 6 | ODS 7 | ODS 8 | ODS 9 | ODS 10 | ODS 11 | ODS 12 | ODS 13 | ODS 14 | ODS 15 | ODS 16 |
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3,75% | 4,77% | 18,16% | 9,77% | 9,04% | 4,04% | 3,91% | 10,69% | 3,99% | 3,83% | 5,18% | 4,09% | 2,98% | 4,36% | 6,11% | 5,34% |
ODS Predominates


3,75%

4,77%

18,16%

9,77%

9,04%

4,04%

3,91%

10,69%

3,99%

3,83%

5,18%

4,09%

2,98%

4,36%

6,11%

5,34%