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Universidade Federal de Santa catarina (UFSC)
Programa de Pós-graduação em Engenharia, Gestão e Mídia do Conhecimento (PPGEGC)
Detalhes do Documento Analisado

Centro: Não Informado

Departamento: Não Informado

Dimensão Institucional: Pós-Graduação

Dimensão ODS: Social

Tipo do Documento: Dissertação

Título: EPIDEMIOLOGIA MOLECULAR DE ESTIRPES DE MYCOBACTERIUM TUBERCULOSIS CIRCULANTES EM UNIDADES DO SISTEMA PRISIONAL DO ESTADO DE SANTA CATARINA

Orientador
  • MARIA LUIZA BAZZO
Aluno
  • TAIANE FREITAS MEDEIROS

Conteúdo

A tuberculose (tb) é uma das doenças infecciosas que mais mortes têm causado no mundo. situações de confinamento são altamente favoráveis à disseminação da tb, aumentando exponencialmente o risco de contágio. no sistema prisional, a tb constitui um importante problema de saúde pública, tendo como principal fator de risco a aglomeração. as taxas de casos notificados de tb em prisões são 5 a 81 vezes maior do que na população geral. o estado de santa catarina dispõe de poucos dados epidemiológicos e moleculares em relação à tb no sistema prisional, dificultando o entendimento da dinâmica da doença na população carcerária. diante disso, o objetivo deste estudo foi avaliar a epidemiologia molecular de estirpes circulantes em unidades do sistema prisional de santa catarina. o estudo avaliou 95 isolados clínicos provenientes de seis unidades prisionais de santa catarina, situadas nas regiões sul, grande florianópolis e vale do itajaí. dos casos incluídos no estudo, 100% dos indivíduos eram do sexo masculino, predominantemente brancos, adultos jovens, com baixa escolaridade. a baciloscopia no diagnóstico apresentou-se positiva em 62,1% dos casos. aproximadamente 64% dos indivíduos realizaram teste para hiv, destes, 32,8% eram soropositivos. em 21,0% dos casos a tb estava associada ao uso de substâncias psicoativas e em 9,9%, ao alcoolismo. nas análises realizadas pelo método de spoligotyping, observou-se que a família lam (46,3%) foi a mais frequente, seguida da família t (20,0%), da s (11,6%), da haarlem (2,1%) e da x (1,1%). a lam5 (15,8%), a lam9 (14,8%), a t1 (12,6%) e a s (11,6%) foram as subfamílias mais frequentes. foram encontrados, também, dois isolados pertencentes a perfis orphan e 16 com perfis desconhecidos. um dos grupos de infecção recente formados neste estudo engloba 89,5% dos isolados e inclui 15 clusters, abrangendo todas as subfamílias da família lam (lam1, lam2, lam3, lam4, lam5, lam6, lam9), as subfamílias t e t1, s, x1 e h3, um isolado com perfil orphan e isolados de perfil desconhecido, o que mostra alta similaridade entre as estirpes que circulam nas unidades prisionais estudadas.

Índice de Shannon: 3.49084

Índice de Gini: 0.857569

ODS 1 ODS 2 ODS 3 ODS 4 ODS 5 ODS 6 ODS 7 ODS 8 ODS 9 ODS 10 ODS 11 ODS 12 ODS 13 ODS 14 ODS 15 ODS 16
4,64% 4,27% 33,27% 5,76% 5,44% 3,52% 3,39% 4,87% 3,82% 5,19% 6,27% 3,25% 2,33% 3,45% 3,98% 6,55%
ODS Predominates
ODS 3
ODS 1

4,64%

ODS 2

4,27%

ODS 3

33,27%

ODS 4

5,76%

ODS 5

5,44%

ODS 6

3,52%

ODS 7

3,39%

ODS 8

4,87%

ODS 9

3,82%

ODS 10

5,19%

ODS 11

6,27%

ODS 12

3,25%

ODS 13

2,33%

ODS 14

3,45%

ODS 15

3,98%

ODS 16

6,55%